Quando eu era garoto, existia um quadro do Jô Soares na TV em que o protagonista resumia conversas longas e cheias de rodeios em uma só palavra que dizia tudo, sempre introduzida por "vou no popular". A idéia deste blog é ser claro nas opiniões. Vamos falar também de filmes, músicas, livros ou qualquer trabalho que valha a pena comentar.



domingo, 5 de maio de 2013

Zé Rufino Bondecopo


Uma homenagem aos amigos que na verdade gostam mesmo é de beber.

sexta-feira, 29 de março de 2013

A capacidade de improvisar do brasileiro

É uma grande bobagem achar que o brasileiro tem a habilidade de improvisar e "dar um jeitinho" como nenhum outro povo. Qualquer nação que passa por dificuldade ou miséria é capaz de criar meios de sobrevivência, ou seja, improvisar.

Este não deveria ser um motivo de orgulho. Já está passando da hora de dizermos não a nossa incopetência latina e tomarmos uma atitude transformadora.

Já chega de alfalto ruim (um cm de camada); produtos de baixa qualidade nos mercados, frutas e legumes deteriorados à venda; iogurte aguado; polícia que não investiga; funcionário público achando que te faz favor, e o pior, até os que trabalham na área privada nos tratam assim; político que não te representa; cartórios que te sacaneiam; gente incopetente prestando os mais variados serviços, e uma infinidade de absurdos.

terça-feira, 19 de março de 2013

Frases

"A espécie humana existe basicamente para se reproduzir. Quando não está fazendo isso, está pensando no ato ou treinando para fazê-lo."

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Exposição de desenhos em miniatura

Os desenhos aqui expostos foram apresentados na UERJ em 1989.  São desenhos à lápis sobre papel feitos pelo autor do blog.

A Derrota. 5,5 x 5 cm

O Mago. 6 x 7,8 cm

 
Mulher. 3,5 x 5,5 cm

O Trovador. 8 x 6 cm

O Carcereiro. 4 x 5,4 cm


Guerreira. 3,5 x 6,5 cm

Mulher. 4 x 7 cm


Guerreiros. 4,5 x 5,5 cm


A Feiticeira. 4,4 x 6 cm


A Arvoré Seca. 12,8 x 16,8 cm


Batalha. 7,8 x 5,8 cm


sábado, 9 de fevereiro de 2013

A equivocada supervalorização do Direito e o minguado crescimento do Brasil

Tenho ouvido e lido reportagens a respeito da falta de profissionais para determinadas áreas de conhecimento. Faltam médicos, engenheiros, biólogos e por aí vai. Por outro lado sobram bacharéis em Direito. Faculdade de Direito é como Banco do Brasil e igreja evangélica, estão presentes nos lugares mais remotos, afinal basta um professor e muito papel para ler. Advogados batem cabeça, e o que é pior, vários especialistas de outras nobres áreas migram para o Direito, inchando suas fileiras de doutores, como gostam de ser chamados.

Não há dúvida que o motivo desta distorção são os gordos salários pagos pelo governo a estes profissionais em concursos públicos que pedem esta cadeira, sempre exclusivas. Ninguém sabe dizer quando e por que começou está supervalorização do Direito, mas o trabalho foi bem feito. Cursar Direito se tornou tão banal que é quase cafona.

A pergunta que não quer calar: para que tanto bacharel em Direito? Tirando Juízes, Procuradores, e certo número de advogados, onde será aproveitado o resto? Em concursos públicos? Pode até ser, mas não há vaga para tanta gente, embora a OAB faça imensa campanha para alocar toda essa turba em vagas específicas para a categoria, com reservas de mercado cada vez mais sem sentido.

Se o Brasil quer mesmo crescer, será está a área de conhecimento a se investir? Com exceções já citadas, o que produz um advogado? País que quer se desenvolver e crescer economicamente precisa de tecnólogos, cientistas, engenheiros e não de uma massa composta por burocratas de escrita complicada e vazia.

Nossos estudantes precisam ser incentivados a escolher carreiras variadas, devidamente engrandecidas e com salários atraentes. Embora queiram fazer parecer diferente, Direito é só mais uma destas áreas profissionais, não é maior nem mais importante que as outras.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Era Uma Vez no Oeste


Um ótimo filme de faroeste para assistir. Mesmo que você não goste do gênero abra uma exceção e veja “Era uma Vez no Oeste”, de 1968. Uma obra prima de Sergio Leone, com belíssima fotografia e músicas inspiradas de Ênio Morricone.

Leone compôs um filme de faroeste com poesia, soube usar com maestria a linguagem cinematográfica para contar a estória de Jill (Claudia Cardinali), uma ex-prostituta recém-casada que vai para cidade de Flagstone afim de se encontrar com o marido, Brett McBain (Frank Wolff), dono de uma propriedade situada no caminho de uma futura estação ferroviária. Sabendo das pretensões de McBain, um assassino chamado Frank (Henry Fonda) é contratado para tirá-lo do caminho do ganancioso empreendedor Morton (Gabriele Ferzetti). Outro ótimo personagem é um misterioso tocador de gaita (Charles Bronson) que quer se vingar de Frank e conta com a ajuda de Cheyenne (Jason Robards), ambos irão proteger Jill McBain.

A morte para os personagens é só uma questão de tempo. Apenas Jill escapa desta sina para acompanhar o progresso que chega ao oeste americano pelos trilhos da ferrovia. Filmasso!



domingo, 13 de janeiro de 2013

O mar e eu

O MAR E EU

Conheci o mar ainda bem pequeno
Meu pai me fazia mergulhar sob as ondas
Apaixonei-me... O colorido, o som, o cheiro...
A paisagem nunca me saiu da cabeça
Era um amor platônico
Quando jovem flertei com ele
Deslizei em suas ondas 
Inesquecível
Hoje nos encontramos sempre que possível
Com sentimento maduro fico a vontade diante dele
Enlaço-me com seu azul
Minhas energias se revigoram
Quero vê-lo enquanto viver
Minha ligação será até o fim
O mar permanecerá para sempre
Eterno